Não sou um posek (óbvio), meu próprio conhecimento a cerca das sete Leis para a humanidade é ínfimo. Mas diferentemente daqueles 'judeus' que seguem movimentos como Reforma, Neo Ortodoxia, não tento criar um conto de fadas acerca da Torah para defender idéias errôneas provenientes do Ocidente como feminismo, democracia, amor livre e outras idéias idiotas. Mesmo a servidão é apoiado pela Torah apesar de haver uma frase famosa dito pelos Sábios que 'D-us odeia a escravidão', mas a escravidão tem base na Torah e não se deve se envergonhar com esses assuntos. Eu mesmo me tornaria um escravo de uma família judia observante de bom grado. Na era messiânica tentarei isso. Claro, a Torah não apoia idéias imorais de assassinato ou de perseguição em vão, tampouco você pode considerar machismo lá a não ser que você tenha muito pouco conhecimento acerca da Torah. Nem entro nessas questões por que acho fútil discutir isso, as pessoas não entendem a santidade e maravilha que é uma família judia fiel a Torah.
Em todo caso fico pasmo com os judeus hoje preocupados com a opinião pública depois de séculos de perseguição. Não vou entrar na questão do Estado de Israel, que para mim é como um bezerro de ouro. Mas em todo caso, os judeus não devem ter medo do que os gentios vão achar ou pensar. Não é chilul Hashem dizer que a Torah não aceita democracia (na Terra de Israel, onde o governo deve ser monárquico), tampouco permite qualquer ideia irrelevante do que os gentios acham que possa ser moral ou ético. Quem dita as regras do que é ou não moral é apenas o Criador segundo a Torah dada ao povo judeu no Monte Sinai.
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